22 Comments

  1. Petição para na quinta temporada ter um(a) personagem que vem do Brasil, fã de roupa nova, principalmente da música whisky á go-go, e que ela seja a engraçadinha da turma👍

  2. Que lixo de episodio hein…
    Tirando q o departamento da lacração ja chegou no ST também, aff… Onde que clica em desver S04E01?

  3. Engraçado que a cena do Eddie tocando guitarra é do Vol.2 e ele aparece no teaser do Vol.1,vai entender

  4. Gente, acabei de ver e tá tudo perfeito! Que história sensacional! Mas partindo de algumas perguntas que ficaram, tenho uma teoria: pra mim esses monstros são criados por essas crianças e adolescentes trancafiados como ratos em laboratório. Por isso inspirados em jogos de RPG. Os Estados Unidos perceberam que só criando vilões extremamente perigosos (que mexem inclusive com a mente humana), seria possível treinar super exércitos. Essa é uma experiência militar que, não sei como, a Rússia ficou sabendo e não gostou nada. Daí essas aventuras entrecruzando sobrenatural, mundos paralelos, militarismo e mistério policial. Não sei, tô só cogitando…rsrsrs. Ansiosa pelo volume 2.

  5. Gente ali no 1:03 mostra uma cena de duas pessoas no mundo invertido, uma delas presa na parede e outra parecendo lutar contra os "monstros" q prendem a outra na parede, mas o q parece naquela cena é a Nancy lutando contra os monstros e a Robin presa na parede, eu deduzi isso pelo fato de q aparece o trio Nancy, Steve e Robin claramente no M.I e nessa cena a Robin está com o q parece uma boina, e a pessoa presa na parede está com algo na cabeça tbm, e as características do rosto da Robin correspondem a da pessoa presa na parede (vendo na minha visão)
    1.Ou seja o trio foi para o M.I preparados para lutar contra os monstros (Nancy se mostra com uma arma)
    2. Onde se encontra Eddie, não sabemos
    3.Essa cena mostra q Nancy sobreviveu ao ataque de Vecna

    Então é isso gente, viajei um pouco mas sem hate prfv✌️

  6. A 4ª temporada de Stranger Things é simplesmente A MAIOR E MELHOR TEMPORADA DA SERIE, em todos os sentidos… Todos os arcos me envolveram muito, a trilha sonora como sempre foi impecável que traz músicas clássicas dos anos 80, auxiliando na inserção do espectador para dentro do contexto da série. E o roteiro (pelo menos pra mim) foi exemplar.

    Essa temporada trouxe algo que a temporada anterior tinha feito: a divisão em diferentes núcleos, cada qual com sua própria narrativa e mistério, com a Eleven agora morando com Joyce, Will e Jonathan na Califórnia, tentando se adequar a uma nova vida. O resto do grupo Dustin, Mike, Lucas e Max tentando seguir em frente de todos os eventos traumáticos da Temporada 3 e com o Hopper vivo e enviado para a Russia , enquanto nota-se a construção para uma convergência que só deve vir nos dois últimos capítulos. E embora isso traga o que há de melhor na série.

    O destaque positivo, é claro, fica com o núcleo de Hawkins. Não apenas as “crianças” estão muito bem, com notório destaque para Max, Acompanhamos diversos dilemas dela e quando chegamos enfim no episódio 4, intitulado Dear Billy a série fecha um ciclo maravilhoso com a personagem, que trabalha muito bem os seus problemas psicológicos, traumas q foi algo q eu gostei bastante nessa temporada como eles abordaram o tema Estresse Pós Traumático atraves da Max, e a forma como tudo é resolvido é muito prazeroso de se assistir.

    Agora sobre o vilão Vecna, Um vilão que eleva todos os traços de terror dentro da série. Envolto em enigmas e segredos, o antagonista surpreende por estar bem mais próximo aos grandes inimigos de filmes e séries de horror. A influência de A Hora do Pesadelo é muito notável (especialmente graças à participação de Robert Englund), mas também há traços de IT: A Coisa aqui.
    O sentimento que passa é de uma progressão natural, com cada antagonista mais poderoso, perigoso e assustador que o anterior. Vecna não só representa bem essa ameaça arrebatadora que as crianças vão ter que enfrentar, como também se liga de forma satisfatória a outro “núcleo” – o de Eleven, graças a uma reviravolta meticulosamente construída em tramas paralelas.

    Tudo isso torna a temporada, de fato, mais sombria e mais voltada para o horror que suas antecessoras, de um modo que evolui não apenas o antagonista, mas também a complexidade dos perigos que os personagens terão que enfrentar.

    Nota 10/10

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